Faturação, agendamento online, gestão de clientes, automatismos. Há ferramentas para tudo, e a tentação é começar por elas. O resultado costuma ser uma coleção de subscrições que ninguém usa por inteiro.
Primeiro o processo
Antes de qualquer ferramenta, descrever como o trabalho se faz hoje: onde se perde tempo, onde a informação se repete, onde acontecem os erros. É nesses pontos que a digitalização compensa.
Um passo de cada vez
Escolher o processo que mais custa e resolver esse. Só depois o seguinte. Uma ferramenta bem usada vale mais do que cinco mal implementadas.
Contar o custo inteiro
A subscrição, o tempo de implementação, a formação da equipa e o custo de mudar se não resultar. A pergunta final é sempre a mesma: esta ferramenta ajuda a decidir melhor, ou só a fazer mais depressa o que já não fazia sentido?