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Seguros: proteger a família sem pagar pelo que não precisa

1 min de leitura

Muitas famílias têm seguros a mais numa área e a menos noutra: coberturas repetidas no cartão e no crédito, e nenhuma proteção para o risco que mais pesaria no orçamento.

Começar pelo risco, não pelo produto

A pergunta certa não é “que seguro devo ter?”, é “que acontecimento a família não conseguiria pagar sozinha?”. A perda de um rendimento, danos na casa, uma responsabilidade perante terceiros. A partir daí, escolhe-se o que proteger e o que não vale a pena segurar.

O que ler numa apólice

  • O que está coberto e, sobretudo, o que está excluído.
  • Os capitais seguros, e se estão atualizados face ao valor da casa ou ao crédito em dívida.
  • As franquias, e quem as paga.
  • Se o prémio vai subir com a idade ou com o tempo.

Rever de tempos a tempos

Um seguro contratado há dez anos pode já não corresponder à vida de hoje: o crédito diminuiu, a família cresceu, a casa mudou. Rever as apólices uma vez por ano, com calma, costuma poupar dinheiro e evita surpresas no dia em que o seguro faz falta.

Como mediadora de seguros, comparo coberturas e condições e explico-lhe as diferenças antes de decidir.

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