Muitas famílias têm seguros a mais numa área e a menos noutra: coberturas repetidas no cartão e no crédito, e nenhuma proteção para o risco que mais pesaria no orçamento.
Começar pelo risco, não pelo produto
A pergunta certa não é “que seguro devo ter?”, é “que acontecimento a família não conseguiria pagar sozinha?”. A perda de um rendimento, danos na casa, uma responsabilidade perante terceiros. A partir daí, escolhe-se o que proteger e o que não vale a pena segurar.
O que ler numa apólice
- O que está coberto e, sobretudo, o que está excluído.
- Os capitais seguros, e se estão atualizados face ao valor da casa ou ao crédito em dívida.
- As franquias, e quem as paga.
- Se o prémio vai subir com a idade ou com o tempo.
Rever de tempos a tempos
Um seguro contratado há dez anos pode já não corresponder à vida de hoje: o crédito diminuiu, a família cresceu, a casa mudou. Rever as apólices uma vez por ano, com calma, costuma poupar dinheiro e evita surpresas no dia em que o seguro faz falta.
Como mediadora de seguros, comparo coberturas e condições e explico-lhe as diferenças antes de decidir.